Publicado originalmente em 27.09..2021 | Atualizado em 02.01.2026.
Como encontrar momentos de paz e conexão divina no fluxo natural do seu dia.
Publicado originalmente em 22.11.2021 | Atualizado em 26.12.2025.
Uma jornada pessoal de cura, libertação e paz interior através das quatro frases sagradas: Sinto Muito. Me Perdoe. Eu Te Amo. Sou Grata.
Há oito anos, conheci o Ho’oponopono durante uma formação quântica. Confesso: no início, repetir aquelas frases me pareceu um pouco desconexo. Mas à medida que nossa orientadora compartilhava trechos do livro "Limite Zero", algo começou a clarear dentro de mim.
Comprei o livro citado e não consegui mais parar de ler. Entendi que não se tratava de "frases soltas", mas de um processo profundo de limpeza interior — onde as palavras não são dirigidas ao outro, mas a nós mesmos.
E então comecei a praticar.
No início, era difícil lembrar — principalmente nos momentos mais desafiadores. Na época eu vivia um deles: há três anos tentava me divorciar, mas era dominada por medos que paralisavam cada decisão. Brigas, discussões, uma sensação crescente de sufoco… e uma mente que criava situações de pânico e que me faziam recuar. Foi quando passei a repetir as quatro frases sagradas sempre que:
•Uma situação tensa se iniciava.
•Um sentimento negativo surgia.
•Meus pensamentos começavam a me atormentar.
•As emoções me deixavam em pânico.
Percebi que toda aquela situação existia porque algo dentro de mim precisava ser purificado, limpo. Ninguém era "culpado”, EU era responsável pelas memórias que me faziam sofrer. Era hora de libertá-las e me libertar.
Todos os dias, eu me educava a lembrar:
"Sinto Muito"... Por carregar essas memórias, pelo que causou o surgimento delas.
"Me Perdoe"... Por não saber sua origem, por tê-las criado.
"Eu Te Amo"... Apesar de tudo, eu te amo, você é importante para mim.
"Sou Grata"... Por ter vivido tudo isso e me tornado quem sou hoje e por ter chegado até aqui.
“Está na hora de libertar essas memórias e criar um no começo, abrir espaço para novos sentimentos, pensamentos e situações.”
E os resultados começaram a aparecer.
Após alguns meses, as brigas diminuíram. Os medos perderam força. Até que um dia, em paz, meu então marido veio e disse que iria embora. Tudo aconteceu de forma serena — exatamente como eu sempre quis.
Aquela foi uma libertação. Não apenas do casamento, mas dos pensamentos e medos que me impediam de seguir em frente.
O Ho’oponopono se tornou meu estilo de vida.
Lembro-me de uma noite específica: uma conta para pagar, aperto no peito, medo da escassez. No banho, repeti:
"Não sei o que causa essa falta, mas quero me libertar dessas memórias. Sinto Muito. Me Perdoe. Eu Te Amo. Sou Grata."
Ao sair, uma mensagem: uma conhecida, há anos sem contato, querendo comprar cosméticos que eu vendia, pelo dobro do valor que eu precisava.
Enquanto escrevo estas palavras, repito mentalmente:
Sinto Muito. Me Perdoe. Eu Te Amo. Sou Grata.
Já faz parte de mim. Todo dia, o dia todo.
Porque sempre teremos memórias a purificar, heranças ancestrais, histórias passadas a liberar.
E a paz verdadeira começa quando nos permitimos soltar.
Essa prática transformou minha vida e já ajudei dezenas de clientes com ela também.
Se quiser conhecer como trabalho, vamos conversar. Estou aqui.
Publicado originalmente em 29.08.2021 | Atualizado em 09.02.2026.
Saiba como uma criação católica profunda me levou a buscar algo além das regras: uma conexão direta, sem intermediários, com o divino que habita em nós.
Sim, existe uma diferença entre ser espiritualizado e ter uma religião. Vou contar para vocês a minha experiência pessoal nos dois lados, uma jornada que começou no altar de uma igreja e encontrou seu verdadeiro lar no interior da minha própria alma.
Nasci em uma família extremamente católica. Minha bisavó, uma benzedeira conhecida, e meu bisavô, que vieram de Portugal, ajudaram a construir a igreja que minha família frequentou (e ainda frequenta) por gerações. Meus pais se conheceram ali, meus avós eram pilares da comunidade.
Cresci dentro da igreja, e não apenas fisicamente. Participei de tudo: grupos de jovens, retiros, oficinas bíblicas. Me casei ali, e ali também tive apoio ao me divorciar. Tenho amizade com alguns padres até hoje. Sentia uma conexão intensa com Jesus (que existe até hoje), amava os rituais e as missas, que me preenchiam de paz tanto nos dias bons quanto nos difíceis.
Você deve estar se perguntando: por que falo no passado? Porque, apesar de toda a minha gratidão pela base católica, senti um chamado para algo além. Algo que a estrutura de uma religião, com suas regras e dogmas, não podia me oferecer.
Hoje entendo que a religião, seja ela qual for, é uma base maravilhosa para conhecer Deus e aprender sobre amor ao próximo. É um mapa. Mas a espiritualidade é a viagem pessoal e sem limites pelo livro da sua própria alma. E eu quis ir além da página dois.
Esse “além” é o que chamo de espiritualidade livre, que resumo em uma frase: é o encontro direto e interior com Deus, ou como queira chamar a força maior que nos move.
Acredito, como diz a Bíblia: “façamos o homem à nossa imagem e semelhança” (Gn 1:26), que Deus está em nós. Se somos sua imagem, Ele habita no meu interior e no seu. Isso nos torna o verdadeiro templo divino, capazes de uma conexão íntima, sem necessitar de intermediação.
E quando nos conectamos com essa divindade interior, tudo se transforma. Descobrimos um poder suave: o de mudar nossas vidas, de sermos melhores conosco e com o mundo, de transcender o ego e de expandir a consciência. É um caminho de amor-próprio, autoconhecimento e cura que não conhece regras impostas, apenas a verdade que emana do seu próprio coração.
Como começar essa jornada? O primeiro passo é uma pergunta interna. Pergunte à sabedoria divina que já mora em você: “Qual é o melhor caminho para me conectar com o Amor Divino?”. Tenha fé. A resposta virá, e você a encontrará onde menos espera: dentro de si.
E se você sente que quer explorar esse caminho de conexão interior com apoio e orientação, minha porta está aberta. Através das terapias holísticas, podemos juntos desbloquear e aprofundar essa comunicação com o seu próprio sagrado, para que, depois, caminhe sozinho no encontro com seu propósito e autoconhecimento.